03/10/2009

Ray Kurzweil, futurologista e cientista americano, dedicou a vida toda a criar máquinas e aparelhos que ajudassem as pessoas. Agora ele acredita que uma nova era se aproxima, na qual, com modificações genéticas, o ser humano será capaz de feitos incríveis, como correr na velocidade do atleta-fenômeno americano Usain Bolt, transferir dados diretamente do cérebro para, por exemplo, a internet e até mesmo viver para sempre.

Segundo o site The Independent, Kurzweil foi o criador de dispositivos inovadores, como o primeiro sintetizador de música capaz de duplicar quase que perfeitamente o som de um piano de cauda, ou do primeiro leitor de livros para cegos. O inventor é conhecido por seu louvável senso de responsabilidade social. Seu aplicativo educacional chamado Kurzweil 300, que ajuda no ensino de pessoas com dislexia ou transtorno de déficit de atenção, é um exemplo disso. Kurzweil afirma que, com o avanço do estudo do DNA, a imortalidade vai se tornar uma proposta real até 2045. Ele chama toda essa gama de processos de evolução, assistida ou não, de Singularidade.

Na transcrição de um podcast (bit.ly/PdcastKurzweil) publicado pela Scientific American, o jornalista John Horgan, que estudou o trabalho de Kurzweil e seus conceitos, disse que todos esses processos podem acontecer inclusive sem o uso de inteligência artificial, apenas com engenharia genética ou até com auxílio de remédios, prolongando a vida por centenas de anos.

Kurzweil ainda defende que seremos capazes de enviar informações de uma mente humana para um computador, capturando toda sua personalidade, incluindo memória, habilidades específicas e sua história, usando para isso máquinas não biológicas que coexistirão com os humanos de forma tão harmoniosa que as diferenças entre eles não serão tão importantes.

Mais informações sobre os conceitos da Singularidade podem ser obtidas pelo atalho bit.ly/singularidade.

Geek

02/10/2009

Aquisição, em julho, é um passo para não depender do Google em serviço de mapas

Aquisição, em julho, é um passo para não depender do Google em serviço de mapas

O divórcio entre Apple e Google ganha mais um capítulo: a Apple discretamente comprou a Placebase, uma empresa de mapeamento, lá em julho. E a Apple não compra empresas que não pretende usar. Ou seja: ela está trabalhando na sua própria solução para mapas. Até mais, Google, valeu pelos peixes.

O Seth, da ComputerWorld, foi quem juntou as peças deste quebra-cabeça, e ele aponta para um post do ano passado no GigaOm, detalhando como o Placebase era incrível em comparação com o Google Maps, principalmente por capacidades de personalização e várias maneiras de adicionar múltiplas camadas de informações nos mapas, usando uma API que torna fácil essa adição.

Então talvez a Apple queira esse tipo de poder de geolocalização intensivo e personalizado para o iPhone (ou sabe-se lá mais o quê), ou então a Apple só quer mesmo ter os seus próprios mapas para não depender do Google.

Algo que não seria estranho frente a coisas que vemos em outras áreas da Apple, como eles projetando chips especiais para o iPhone (e talvez o iTablet) através da compra da PA Semi, em vez de usar os mesmos chips que qualquer empresa pode comprar.

Se a Apple está com um novo aplicativo de mapas no forno, um que seja totalmente não-Google, será que podemos finalmente ter um App de verdade do Google Latitude, já que não vamos mais ter por onde ficarmos "confusos"? Uma coisa é certa: mesmo que os mapas do Google fiquem no iPhone por mais um tempo, a Apple definitivamente está pensando em usar o seu brinquedinho novo de algum jeito.

Gizmodo

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